TEMOR E TREMOR – SOREN AABYE KIERKEGAARD ANOTAÇÕES

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1. Reconta sobre outras perspectivas a história de Isaac e Abraão.

2. Reclama do esfriamento que a ciências trouxe a filosofia tirando a paixão.

3. Nossa grandeza é proporcional ao tamanho do objeto do nosso amor.

4. Ele imagina como semana à após semana aprestaria o texto a uma publico na igreja, preparando o espírito desde mostrar Abraão como homem de fé, seu amor por Isaac, etc.

5. Abraão é superior a Hegel. Hegel é incompreensível porque está não muito claro, quem sabe incompleto.

6. Creio porque é absurdo? Todo o absurdo que envolvia  o ato. Que Abraão poderia esperar?

7. A fé não pode ser assim de pessoas tão simples porque exige muita elaboração.

8. Ele fala de um homem cristão de fé apequenada e sem frutos já que não é capaz de tal elaboração.

9. O passo da fé exige antes conhecimento, resignação infinita.

10. Por implicar em resignação, a fé não pode ser do estágio estético.

11. Cavaleiro da fé.

12. Paradoxo da fé é termo presente: crime que vira ato santo, morte que traz vida.

13. Pregadores diminuem Abraão, mas poucos podeis se-lo de tão grandioso.

14. A fé começa onde acaba a razão. Página 239.

15. Ao contrário de Agamenon, Brutus e Jefté que sacrificaram seus filhos pelo estado, por um voto ou outra coisa, Abraão é movido por um telos superior.

16. Viver sob o estado e a sociedade é mais fácil que viver pela fé. Página 247.

17. Existe sim uma obrigação moral para com Deus já que é uma obrigação para com o absoluto. No entanto, o cavaleiro da fé vai além, por isto, muitas pessoas não passam de uma relação igual à do indivíduo com o estado na sua relação com Deus e a igreja, são incapazes de uma resposta como a de Abraão.

18. Um dos paradoxos é o herói trágico que se sacrifica pelo geral e o cavaleiro da fé que vai além e se torna indivíduo.

19. O herói trágico e livre e assim não pode chegar a penetrar o estágio da fé como o faz o cavaleiro da fé, que renuncia a si pelo todo, vivendo assim um paradoxo com a solidão porque não tem a quem recorrer.

20. A moralidade é generalista a fé particularista.

21. Dialeticamente ele mostra que o herói trágico exige manifestação de seus atos enquanto o herói da fé faz silêncio. Abraão não disse nada a Isaac, Sara e Eliezer. Tem dever com o absoluto e não com o geral.

22. “No entanto, o que conseguiu ele? Permanecer fiel ao seu amor. Mas aquele que ama Deus não tem necessidade de lágrimas nem de admiração; esquece o sofrimento no amor, e tão completamente que não deixará atrás de si o mínimo traço de dor, se não fosse o próprio Deus a recordar-lhe; porque vive no secreto, conhece a angústia, conta as lágrimas e nada esquece.” Página 302

23. Ao contrário da ciência, a fé não pretende se esgotar. Cada geração pode, e deve ir mais longe.

24. A fé é a maior paixão humana e ninguém pode ir além dela.

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